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Por um Sporting fiel aos seus pergaminhos

Os desabafos de fiéis Leões

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Os desabafos de fiéis Leões

"O Bruno de Carvalho é um problema dos sportinguistas"

Até os nossos rivais já começam a sentir um cansaço legitimo quando confrontados com as parvoíces de Bruno de Carvalho! Foi assim ontem com Jaime Antunes.

 

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No outro dia Carlos Janela afirmou que não tem mais adjectivos e somente se limitou a dizer que mais tarde o país irá reflectir sobre o porquê de uma grande instituição ter sido entregue a uma pessoa assim. Nesse mesmo programa o representante portista também afirmou que se calhar as pessoas gostam, não querendo também tecer qualquer comentário...

 

Rui Santos no Tempo Extra afirmou que Bruno de Carvalho precisa de um médico e do respectivo tratamento.

 

Enfim, não haja dúvidas que Bruno de Carvalho já nem faz rir de tão parvo que é. "Simplesmente" arrasta a instituição Sporting para um desprezo tal, que os nossos rivais neste momento somente lançam um pequeno sorriso de indiferença.

 

Mas lá está: Bruno de Carvalho é um problema dos sportinguistas, e o clube será sempre aquilo que eles quiserem que ele seja.

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O Sporting é nosso, senhor Presidente!

Em Janeiro de 2015, quando de forma inusitada um presidente pediu um balanço de então metade do seu mandato aos associados em AG, lá estive durante cinco minutos a intervir aplaudindo alguns pontos e criticando muitos outros.

Anteriormente já tinha pedido intervenção em três outras de forma mais pontual. Achei que, pese não acreditar minimamente nas capacidades, porque no valor humano está mais do que apresentado para mim, a pessoa que preside o Sporting Clube de Portugal não atingisse alguns parâmetros que não estão no ADN do Clube.

Se apelidar associados de "governo sombra"; ofender de estúpidos, ratos doentes mentais, entre outros epítetos aberrantes só acrescentam razoabilidade ao que eu e muitos mais (alguns têm medo de lho dizer) pensam de si, existem coisas que tudo extrapolam.

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Não quero sequer falar no dinheiro gasto a rodos no futebol sem resultados, não quero saber como consegue ter tanto dinheiro nas modalidades quando a mim, olhos nos olhos me falava em terem que ser autosustentáveis, não quero saber se o seu casamento é mais importante que a "Puta da Gala", que na realidade é um evento que nada me diz, por ser apenas um brinquedo seu, não quero saber na realidade de tanta coisa aberrante.

 

O que me choca, e devia chocar a todos os que pensam, é que o senhor use de abuso de poder e de um nepotismo puro, quando nomeia a sua esposa para um cargo tão importante cuja designação very british não me ocorre, mas que no fundo é, tirando o futebol e as modalidades a DDT ( Dona Disto Tudo). Mesmo que tenha capacidade, embora não me pareça, é uma vergonha que coloca o Sporting Clube de Portugal a competir com alguns regimes ditatoriais, transformados numa "família".

 

Repito o que já tenho afirmado. O Sporting não é seu, nem da sua família. Esqueça lá isso. Antes de entrar para o Sporting, dizem alguns que foi um associado incumpridor anos a fio, chegou a presidente com a legitimidade que a democracia lhe confere, mas não abuse da sua liderança. Olhe que os ditadores são todos espertos e inteligentes e a si reconheço-lhe apenas o primeiro atributo.

 

Não abuse, sob pena do que em tempos disse Luis Duque, o cheque e a vassoura seja muito penalizante para o Sporting Clube de Portugal. Depois de despedir funcionários de muitos anos com o dinheiro da banca, agora depois dos amigos Batista, Geraldes, Ferrão e suas "focas amestradas", a esposa.



Afinal o Sporting para si é uma "quinta" dos seus amigos e família. Mas olhe que está enganado. É mesmo NOSSO e você vai perceber isso... Se calhar mais cedo do que tarde!

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Vídeoárbitro e Audioárbitro - por Manuel Fernandes Silva

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Jorge Sousa errou. Esta é a frase da semana no futebol português. Não foi um erro técnico ou disciplinar, mas sim de vocabulário e de volume. O árbitro do jogo entre o Sporting B e o Real abriu as goelas, foi traído por um nível sonoro demasiado alto, de longa duração e muito projectado mediaticamente. Não havia necessidade de empurrar Vladimir Stojkovic para a baliza daquela forma, mas há muitas décadas que os campos de futebol deixaram de ser salões de chá.

No meio do relvado, no resfolegar da luta pela bola e com o cansaço a pesar nos ombros, a língua solta palavras que ferem os ouvidos menos preparados, mas que raramente ultrapassam a fronteira do jogo. No fundo, o futebol tem uma linguagem própria que é, tantas vezes, imprópria. A prova disto foi a reacção do guarda-redes e dos companheiros de equipa: Stojkovic acatou as indicações sem mais protestos e os jogadores do Sporting B não pareceram ficar demasiado abalados com aquele uso de palavras menos próprias e que – sublinho – deveriam ter sido evitadas pelo árbitro.

A condenação do que Jorge Sousa disse terá de ser consensual, mas a dimensão da pena aplicada e do julgamento público a que ficou exposto dificilmente merecerão a mesma unanimidade. O vernáculo intimidatório tem de ser expurgado do discurso dos árbitros, mas rapidamente se passou de um caso infeliz para a generalização perigosa, para o elogio da exemplaridade da pena e para a condenação de uma alegada (e alargada) prepotência dos juízes.

Em cerca de 20 segundos, Jorge Sousa disse cinco palavrões, mas se fizermos o exercício de os retirar do discurso, percebemos que houve pouco mais do que uma exaltada imposição de autoridade perante um jogador. Não é possível perceber se houve total exagero na forma como a exerceu, porque também não percebemos qual terá sido o detonador da reacção acalorada do juiz.

É evidente que Jorge Sousa não poderia sair disto sem mácula. Trata-se de um árbitro internacional e de uma referência do sector, com a obrigação de dar o exemplo em campo e em todos os jogos. Por outro lado, chegou a este momento respaldado por anos de uma carreira exemplar e sem antecedentes disciplinares. Se tudo isto tiver sido considerado na decisão de punir Jorge Sousa com três jogos de suspensão, não será impossível ficar com a ideia de que o fuzilamento público terá conseguido penetrar as sólidas paredes do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

Decidir rapidamente nem sempre é decidir bem e a pena mínima (um jogo de suspensão) serviria perfeitamente para punir as palavras que Jorge Sousa já estará arrependido de ter dito. Ao esticar até aos três jogos o castigo, o órgão presidido por José Manuel Meirim arriscou abrir uma frente de luta com a mais atacada, mas também mais unida das classes do futebol nacional. Daqui para a frente, o Conselho de Disciplina terá de ter ouvido muito atento e mão igualmente pesada em relação a todos os diálogos menos próprios nos estádios portugueses.

Nas primeiras três jornadas, o videoárbitro devorou quase todo o futebol que o campeonato teve para dar. Com o surpreendente aparecimento desta espécie de "audioárbitro", o espaço para falar do jogo será ainda mais reduzido. Mas, já que apareceu, então que venha para ficar. Os ouvidos agradecem.

 

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Manuel Fernandes Silva é jornalista na RTP e escreve no Bancada às quartas-feiras 

 

 

 

 

Os problemas do Sporting - opinião de Carlos Daniel via Bancada

2017-08-21 
 

Até ao jogo de Guimarães, o Sporting apresentava-se menos empolgante que os rivais, sobretudo no que respeita à produção ofensiva.

O próprio Jorge Jesus admitiu estar mais focado no processo defensivo, ao mesmo tempo em que insistia na quantidade de jogadores novos que tem de integrar e reclamava os últimos reforços (antes um lateral direito e agora mais um avançado). O jogo de Guimarães não mudou tudo mas mostrou um rosto de leão diferente, indício claro de que o próprio Jesus identificou as fragilidades evidenciadas nas exibições frouxas tanto frente ao Vitória de Setúbal como ao Steaua.

 

Podemos sempre buscar a origem do mal num ou noutro jogador, numa leitura individual do jogo que é mais simples, mas muitas vezes enganosa - a falta que faz William, o processo de adaptação de Piccini e a recuperação física de Coentrão, o parceiro ideal para Bas Dost - mas é na dinâmica colectiva que têm de ser superados os problemas que esses jogos mostraram. É básico, mas às vezes vale a pena lembrar que só se chega à baliza contrária de três formas: pelos corredores laterais, pelo corredor central e pelo ar, sendo que a utilização dos corredores anda ligada - para ganhar espaço fora há que atrair dentro e vice-versa -, ao mesmo tempo que uma aposta nas alas, para cruzamento, se faz em relação directa com o poder que existe no aclamado "jogo aéreo". Os problemas do Sporting apresentaram duas dimensões fundamentais: dificuldade de construir por dentro, ou seja, pelo corredor central, e dificuldade em colocar gente na zona de finalização além de Bas Dost.

 

O problema de construção/criação no corredor central já foi, creio, a principal razão para a perda de rendimento dos leões na temporada anterior e na comparação com a primeira de Jesus em Alvalade. A ligação com o ataque ficou órfã dos movimentos interiores de João Mário e Bryan Ruiz (que ainda estava, mas perdeu influência) e o treinador esgotou sem grande sucesso todas as soluções possíveis para segundo avançado (André, Markovic, Campbell, Bruno César, um e outro Ruiz).

 

Este ano, o problema mantém-se, que Adrien não é um jogador que progrida em posse, pelo que dificilmente pode garantir essa criatividade sem que os alas/extremos joguem mais por dentro. Ora, os extremos titulares - Gelson e Acuna são essencialmente jogadores de corredor, de forçar o 1x1 e cruzar, sempre mais fortes quanto mais perto das laterais. Acresce que não têm natureza de finalizadores no espaço central, para movimentos de apoio ao ponta de lança quando a jogada se desenrola do lado oposto, embora se perceba que têm indicações para o fazer. A consequência de tudo isto era uma equipa que insistia em demasia no jogo pelas alas - por ter extremos fortes, mas também dificuldade em jogar por dentro - mas que cruzava muito para tão pouca gente na área, quase só Bas Dost, que Podence não tem argumentos a esse nível. 

 

Em Guimarães, Jesus mexeu para melhor. Bruno Fernandes surgiu para dar a criatividade que faltava no corredor central e dinamitou o Vitória. Gelson e Acuña surgiram muitas vezes a jogar no corredor menos habitual, de "pé trocado", o que multiplicou os movimentos interiores e a abertura das alas para Piccini e Coentrão. Não foi só o Vitória que esteve mal, foi também o Sporting que esteve melhor. E quando Jesus pede mais um avançado - Gabigol - está a pensar em resolver o que falta da equação: acabar com a solidão de Bas Dost na área, desenganado que estará com a hipótese de o holandês ligar bem com Doumbia, salvo em situações pontuais.

 

PS 1: Manuel Machado foi apenas mais contundente em algo a que sempre se refere quando defronta equipas mais fortes e sai derrotado. Por várias vezes insiste em falar na diferença de qualidade dos plantéis e na discrepância de orçamentos. O treinador do Moreirense tem toda a razão e não tem. Tem razão em que ou há uma distribuição mais justa de receitas televisivas ou adeus competitividade. Não tem porque é possível jogar muito melhor - e há quem jogue, no mesmo campeonato e com orçamentos idênticos - do que fizeram este fim de semana Moreirense, Belenenses e Vitória de Guimarães, todos excessivamente preocupados em defender e com poucas ideias para apresentar quando tinham a bola. 

 

PS 2: Depois de muitos anos com pontas de lança de escassa mobilidade (Cardozo e Mitroglou), o Benfica encontrou finalmente um goleador que não faz apenas golos e que existe tacticamente em todos (os quatro) momentos do jogo, não apenas no de organização ofensiva. Os mais lúcidos talvez entendam agora melhor algumas críticas que tanto os indignaram num passado recente. No fundo, é ver Seferovic e perceber as diferenças.

 

Carlos Daniel é jornalista na RTP e escreve no Bancada às segundas-feiras

 

 

Sporting. Assim não vamos lá. Esqueçam, vamos ter mais um ano perdido

Nicolau Santos, diretor-adjunto do jornal Expresso, escreve sobre o que viu ontem e o que antevê para os próximos tempos em Alvalade

 

O Sporting perdeu ontem com o Vitória de Guimarães por 3-0 num jogo de preparação para a nova época que, para os leões, arranca no dia 6 de agosto, na Vila de Aves, o jogo que abre a Liga 2017/18. E o mínimo que se pode dizer é que os sinais foram preocupantes, não pelas experiências que Jorge Jesus fez ou pelas adaptações que foi obrigado a fazer, mas pelas manifestas fragilidades que se estão a tornar evidentes como resultado de uma má política de dispensas e de um sistema táctico que agrava essas fragilidades.

 

Guarda-redes: o Sporting não pode vender Beto e vender também Rui Patrício. Patrício é o melhor guarda-redes português, um dos melhores a nível mundial e garante vários pontos por época, além de dar uma enorme tranquilidade a quem está à sua frente. Beto colmata bem os jogos em que ele não puder estar presente. Vender os dois será uma desgraça, a não ser que se consiga uma alternativa magnífica.

 

Defesa: como é possível o Sporting iniciar um jogo com Bruno César a defesa-direito? É possível porque Schelotto foi dispensado, João Pereira foi vendido a meio da época passada e só há um tal Piccini, que já esta lesionado – e que, quando não estiver, não terá concorrência para o lugar. Erro crasso na política de dispensas e contratações. E o responsável chama-se Jorge Jesus. Coates não parece, para já, o jogador da época passada. O erro que ontem cometeu e que lhe valeu a expulsão aos 20 minutos de jogo é inadmissível no jogador de uma equipa que tem pretensões a ganhar títulos. Mas a intranquilidade de Coates resulta também da venda de Ruben Semedo, que colmatava em rapidez o que lhe faltava em serenidade e experiência, bem como a venda de Paulo Oliveira, com quem Jesus nunca foi à bola, mas que era de longe o mais rápido dos defesas sportinguistas e um jogador de grande entrega e muita qualidade. Em contrapartida, veio Mathieu que é pesadão, lento, com rins duros e que, a cereja em cima do bolo, já está lesionado. Se sofremos muitos golos o ano passado, cheira-me que este ano vamos sofrer muitos mais. Basta ver o que tem acontecido na pré-época.

 

Para a esquerda temos um jogador com problemas emocionais e que estava quase arrumado (Coentrão) e um jovem que precisa de jogar para ganhar confiança, mas que está longe de ser melhor que Jefferson (outro com quem Jesus nunca foi à bola e que, enquanto não despachou, não descansou). Conclusão: temos um enorme problema na defesa por culpa exclusiva de Jesus e das más opções que tem tomado, quer ao nível das dispensas, quer no plano das contratações. Esperemos que André Pinto recupere da lesão para sentar Mathieu.

 

No meio-campo, temos duas incógnitas fundamentais: Adrien e William Carvalho ficam ou vão? Ficam os dois ou só um? Não fica nenhum? E se ficar um, qual será? Dos contratados, Matheus Oliveira pode ser filho de Bebeto, mas não é jogador para uma equipa que luta pelo título. Vai ser despachado rapidamente ou jogará muito pouco. Palhinha está uns furos acima dele – e é da casa. Petrovic e Battaglia também são melhores e dão mais garantias. Acima da média, contudo, só mesmo Bruno Fernandes, que tem excelentes pés e magnífica capacidade de passe. Mas lá está: sem Adrien e William, este meio-campo é pior do que o que existia com eles.

 

Finalmente, no ataque, Podence devia ter lugar obrigatório, assim como Bas Dost. Mas o que fazer com Doumbia, que é um avançado possante que pode ser muito importante contra equipas fortes? Iuri Medeiros também merece jogar. Mas o lado direito, onde ontem jogou, não é o seu terreno natural. Acuña voltou a mostrar empenho e combatividade e Gelson Dala tem a alegria dos miúdos que jogam à bola na rua. Devia ser emprestado para rodar e marcar.

 

Conclusão: o nosso calcanhar de Aquiles está, para já, na defesa – e, já agora, no sistema táctico que, pelos vistos, Jesus, quer implementar, um 3-4-3 que pode ser útil para jogos com equipas fraquinhas, mas que é um perigo contra equipas boas ou excelentes – como se viu ontem, em que a defesa foi manteiga a ser cortada por faca aquecida.

 

Com quem está neste momento no plantel, o melhor seria mesmo voltar ao 4-3-3, assim escalonado: Patrício; Piccini (que remédio), Coates, Mathieu (ai, ai… - mete o André Pinto, Jesus!) e Coentrão (ai, ai, ai!); William, Adrien e Bruno Fernandes; Podence (Iuri Medeiros), Doumbia (Acunã) e Bas Dost. E precisamos de ir rapidamente ao mercado comprar um defesa direito.

 

Mas, de qualquer modo, deixem-me ser tremendista: com estes desequilíbrios na equipa, como resultado de más opções nas compras e vendas, sobretudo para a defesa (Jesus tem um problema com os defesas esquerdos desde o tempo em que esteve no Benfica…), vamos ter mais um ano perdido. É melhor Bruno Carvalho e Jorge Jesus começarem a preparar desde já os discursos que vão fazer aos sócios no final da época.

Fonte: http://tribunaexpresso.pt/opiniao/2017-07-27-Sporting.-Assim-nao-vamos-la.-Esquecam-vamos-ter-mais-um-ano-perdido

O que se lê por ai...

Parece irreversível que passou ao lado destas pessoas que lideram o Sporting a data de nascimento de João Rocha, enquanto efeméride. Se já nada me deveria surpreender, ainda existem coisas que roçam entre a indignação e a repulsa. Sei que destes órgãos sociais, e referindo-me ao Conselho Diretivo, a História do Sporting e o seu passado a nível de conhecimento e presencial é zero. Descobriram o clube agora. Mas existem mínimos. E respeitem o passado. Quando só se comunica para falar dos outros, é natural que nos esqueçamos dos nossos.

 

Interessa é meter frases de merda, semi-plagiadas, numa estátua com um leão. Pior demonstração do nível baixo de quem falamos, é o de quem se quer auto-imortalizar na pedra. Quando manda a integridade de qualquer homem sério, esperar que sejam os outros a prestar-nos esse tributo.

 

A nova data mais importante é o casório e inesquécivel e para que ninguem se esqueça disso (ou ele próprio) em que dia é???? dia do sporting!!!!

 

amigo dão parabéns a traidores como o futre figo e cadete e se esquecem de quem fez história no clube

Vocês sabem lá............

 Vocês sabem lá o que é andar de cabeça erguida, quinze anos depois.

Vocês sabem lá o que é juntar dinheiro, ano após ano, jogo após jogo, para adquirir bilhetes e camisolas.
Vocês sabem lá o entusiasmo que sentimos em vos apoiar. Jogo após jogo.
Vocês sabem lá o que é buscar forças para sonhar, acreditar e gritar por vocês...

...claro que não sabem! Não fazem ideia, nem nunca saberão.

Tudo o que sabem é que, aconteça o que acontecer, o ordenado continua a cair, ao dia certo, todos os meses. O ordenado que paga as vossas fantásticas férias e vos permite abrir restaurantes. O ordenado com que, muitos de nós, apenas sonhamos e não alcançamos. O ordenado que nos pagava as gameboxes e as despesas de deslocação. O ordenado imaculado...

...não sabem nada!

E, na maioria das jornadas deste campeonato provaram não saber, sequer jogar futebol, nem compreender a dimensão do símbolo que carregam ao peito e, muito menos, mostraram vontade de lutar por vocês, por nós ou pelo Sporting Clube de Portugal. São quinze anos. Quinze anos de seca. Mais um ano sem títulos, marcado por um vazio de títulos, mas, pior do que isso, um vazio de vontade de lutar e querer fazer mais. Se não foi isto, andou lá muito perto. E, pior do que ser derrotado, é ser derrotado assim, desta maneira. Não há desculpas!

Direcção, treinador e restante staff, é hora de olhar para dentro e analisar tudo o que correu mal nesta época. Desde o rendimento de mais de metade do plantel até a estratégia de comunicação engendrada.

Eu não mereço isto. Nem eu nem os outros 3,5 milhões, que choram fracassos e conquistas. É um triste fado e desta época não rezará a História. Merecíamos mais. Os fundadores mereciam mais. O Sporting Clube de Portugal merecia mais.

E lembrem-se: vocês vem e vão e, ao lado do símbolo que carregam, não são, sequer, ninguém na fila do pão. Reflictam e, se possível, ganhem um pouco de vergonha e mais noção e respeito pelo leão rampante.

A Estrela Leonina

 

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