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Por um Sporting fiel aos seus pergaminhos

Os desabafos de fiéis Leões

Por um Sporting fiel aos seus pergaminhos

Os desabafos de fiéis Leões

Quando pensas que o caricato tem limites, eis que a criatura não tem limites.


Mas será que o Sporting Clube de Portugal pode ser isto? Ter uma pessoa destas a liderar o Clube? Não, sr. Bruno. O Sporting não é seu. E tenha cuidado. Se cair do cavalo do seu ganha pão, os que ainda lhe acham graça, serão os primeiros a querer a sua cabeça. Não faça é do Sporting isto. Depois do exclusivo do casamento na CMTV, juro que não estou preparado para ver o Dolbeth comentar o parto em direto na televisão do Clube. Humildemente peço-lhe para não expor o Sporting a esse ridículo.

(Citando um amigo)

 

 Ui ui ui ui ui ui ui ui ui ui que palhaçada e não faltou a Saraivada da treta do Inbestigue-se!

Será que vão transmitir a parto nos ecrãs de Alvalade ou mesmo na Sporting TV, com comentários do Dolbeth? 

Urge relembrar estas cenas entre o Azevedo de Carvalho e o Manuel Fernandes!

 

Mais um vídeo para agitar memórias: https://www.youtube.com/watch?v=hF2_PcrQBv8

 

Causa náuseas ver o modo como o Manuel Fernandes é capaz de se despir de qualquer dignidade, para dar graxa ao Azevedo!

Compreende-se que defenda o seu tacho e quiçá, a posição do seu filho na estrutura do Sporting, mas a sua subserviência tal «escravo» ao patrão, é vergonhosa! Abdicou de ser um Homem, para ser um rato!

Actualmente, mais vale recordarmos o Manuel Fernandes, apenas como jogador!

Que lamentável, oh Manel!

 

Vídeoárbitro e Audioárbitro - por Manuel Fernandes Silva

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Jorge Sousa errou. Esta é a frase da semana no futebol português. Não foi um erro técnico ou disciplinar, mas sim de vocabulário e de volume. O árbitro do jogo entre o Sporting B e o Real abriu as goelas, foi traído por um nível sonoro demasiado alto, de longa duração e muito projectado mediaticamente. Não havia necessidade de empurrar Vladimir Stojkovic para a baliza daquela forma, mas há muitas décadas que os campos de futebol deixaram de ser salões de chá.

No meio do relvado, no resfolegar da luta pela bola e com o cansaço a pesar nos ombros, a língua solta palavras que ferem os ouvidos menos preparados, mas que raramente ultrapassam a fronteira do jogo. No fundo, o futebol tem uma linguagem própria que é, tantas vezes, imprópria. A prova disto foi a reacção do guarda-redes e dos companheiros de equipa: Stojkovic acatou as indicações sem mais protestos e os jogadores do Sporting B não pareceram ficar demasiado abalados com aquele uso de palavras menos próprias e que – sublinho – deveriam ter sido evitadas pelo árbitro.

A condenação do que Jorge Sousa disse terá de ser consensual, mas a dimensão da pena aplicada e do julgamento público a que ficou exposto dificilmente merecerão a mesma unanimidade. O vernáculo intimidatório tem de ser expurgado do discurso dos árbitros, mas rapidamente se passou de um caso infeliz para a generalização perigosa, para o elogio da exemplaridade da pena e para a condenação de uma alegada (e alargada) prepotência dos juízes.

Em cerca de 20 segundos, Jorge Sousa disse cinco palavrões, mas se fizermos o exercício de os retirar do discurso, percebemos que houve pouco mais do que uma exaltada imposição de autoridade perante um jogador. Não é possível perceber se houve total exagero na forma como a exerceu, porque também não percebemos qual terá sido o detonador da reacção acalorada do juiz.

É evidente que Jorge Sousa não poderia sair disto sem mácula. Trata-se de um árbitro internacional e de uma referência do sector, com a obrigação de dar o exemplo em campo e em todos os jogos. Por outro lado, chegou a este momento respaldado por anos de uma carreira exemplar e sem antecedentes disciplinares. Se tudo isto tiver sido considerado na decisão de punir Jorge Sousa com três jogos de suspensão, não será impossível ficar com a ideia de que o fuzilamento público terá conseguido penetrar as sólidas paredes do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

Decidir rapidamente nem sempre é decidir bem e a pena mínima (um jogo de suspensão) serviria perfeitamente para punir as palavras que Jorge Sousa já estará arrependido de ter dito. Ao esticar até aos três jogos o castigo, o órgão presidido por José Manuel Meirim arriscou abrir uma frente de luta com a mais atacada, mas também mais unida das classes do futebol nacional. Daqui para a frente, o Conselho de Disciplina terá de ter ouvido muito atento e mão igualmente pesada em relação a todos os diálogos menos próprios nos estádios portugueses.

Nas primeiras três jornadas, o videoárbitro devorou quase todo o futebol que o campeonato teve para dar. Com o surpreendente aparecimento desta espécie de "audioárbitro", o espaço para falar do jogo será ainda mais reduzido. Mas, já que apareceu, então que venha para ficar. Os ouvidos agradecem.

 

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Manuel Fernandes Silva é jornalista na RTP e escreve no Bancada às quartas-feiras 

 

 

 

 

Os 3 da vida airada......

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O 'Ranheta' é verbo de encher, porque na realidade o 'Facada' é que não passa de um garoto lambe-botas que segura o tacho, lamba quem tiver de lamber!

O Cócó é uma lamentável personagem que perde sempre a razão pela sua boca suja que tanto envergonha o Sporting! Pensa que cai em graça e que é engraçado, mas tudo o que consegue é envergonhar a Instituição Sporting CP!

Não é um sportinguista, é um boca de trapos que precisa dar nas vistas, ser malcriado para agarrar o seu ganha-pão na televisão do Sporting!

Gostaria que alguma entidade reguladora impedisse a continuação desse homem nos programas da Sporting TV! É uma vergonha, faz sentir que o Sporting é um clube favelado, de bairro da lata!

Que haja quem cale o Cócó e o Facada! O Ranheta dá para aguentar!

É o resultado de se ter um presidente que sózinho consegue acumular as 3 figuras da vida airada! E obviamente que os fracos de mente imitam-no, para não levarem um pontapé porta fora!

 

Ora vejam :

 

 

 

 

Não deveria esta gente dar o exemplo?

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Ora bem, num clube em que temos:

- o team manager do futebol do Sporting a causar distúrbios no banco;
- um director de comunicação que fala em gnomos;
- o presidente só fala do benfica;
- a comunicação do clube é quase ela toda em função do benfica;
- as claques a fazerem comunicados a mostrar instabilidade interna;
- onde o treinador do futebol e o presidente andam às turras e ao mesmo tempo a declararem o seu amor:
- onde tudo o que se passa lá dentro, sabe-se cá fora:
- onde os "sportinguenses" (agora já não são só os da oposição) são atacados e ameaçados por tudo e por nada;
- há recados de todos os lados, para todos os lados;

Não deveria esta gente dar o exemplo?


E ainda pedem o apoio dos adeptos ... adeptos esses que esgotam bilhetes fora, e estão com a equipa a encher estádios quando não se ganha há 15 anos!
Um bocadinho mais de respeito, pede-se! Exige-se!

 

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Quando penso que a direcção do Sporting não pode descer mais baixo, eis que eles me surpreendem pela negativa!!


Atitude lamentável e mesquinha!

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Quem paga? Os de sempre! Aqueles que apoiam o clube: os seus sócios e adeptos!
E quando nós formos lá?

"Fonte do V. Setúbal disse ao DN que o Sporting ainda não disponibilizou bilhetes aos sadinos para o encontro desta sexta-feira (20.30), no Estádio José Alvalade, a contar para a 2.ª jornada da I Liga.


De acordo com a mesma fonte, tal dever-se-á ao corte de relações entre os dois clubes, em janeiro, depois de os leões terem sido eliminados da Taça da Liga no Bonfim e de logo a seguir terem resgatado André Geraldes e Ryan Gauld, que estavam emprestados à equipa de José Couceiro.


De acordo com o artigo 103º do regulamento da Liga, os clubes são obrigados a ceder aos visitantes um número de bilhetes que corresponda até 5 por centro da lotação total do estádio, o que no caso de Alvalade corresponde a cerca de 2500 ingressos.


Os vitorianos interessados em assistir ao encontro, terão assim de adquirir o seu bilhete no recinto do Sporting."

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Quando pensei que não podiam descer muito mais de nível, eis que surge um SONHO em episódios de denotam no mínimo, um elevado grau de Criancice, para não dizer pior!

Ontem, enquanto dormia, sonhei que uma série de "gnomos de saltos altos" se iam revezando para responder num daqueles Quiz Show's da TV. Como dizem que não tenho sentido humor e sou sisudo, vou partilhar com todos o meu sonho. Mas porque a noite foi longa e relaxante, vou fazer o relato como uma novela de 5 épisodios a que chamarei QUIZ SHOW OU O DESFILE DOS HORRORES.

E foi assim que tudo começou....

Era uma vez um concurso televisivo que todos queriam vencer. Era um programa de equipas em que apenas a destreza dos seus membros determinava o campeão.

O apresentador era o Pedro Fernandes (este também está em todas!), e só o seu humor foi disfarçando o desfile de horrores que derivava dos concorrentes/gnomos que ali estavam.

Nunca vi um grupo de pessoas tão repugnantes, mas também não passou de um sonho...

Eram todos pequeninos e, por isso, tinham de usar todo o tipo de artimanhas para chegarem aos microfones.

A equipa era composta por 5 gnomos:

- o gnomo Gosma;
- o gnomo Bola-Rebola;
- o gnomo Rastejante;
- o gnomo Político
- o gnomo Amnésia.

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1° EPISÓDIO

O primeiro a responder foi o gnomo Gosma.

- Caro concorrente! Para o prémio Voucher da semana em restaurante à discrição e onde até já tem uma app em que pode passar essa refeição a quem quiser e, pasme-se, sem limite de valor de consumo, faço-lhe a primeira pergunta: O que quer ser quando for grande?

- Em primeiro lugar nunca quero ser grande. – responde o gnomo Gosma - Ser grande obriga a ter que pensar muito e isso, sempre que tento, dá-me dores de cabeça. Mas se não fosse assim, e eu um dia fosse grande, queria poder assinar um contrato com um bruxo para me tornar inteligente. Queria poder mandar e-mails para o clube da minha terra e ser sempre campeão sem ser apanhado. Queria ter os SMS do telemóvel do Presidente da Câmara da minha terra para ele ser obrigado a legalizar o anexo que fiz na minha casa sem licença. E queria poder ser paineleiro num programa de televisão e poder dizer tudo sem qualquer consequência e com a ajuda do moderador.

- Bem - diz o apresentador -, apesar de honesta, não posso considerar a resposta suficiente por derivar de meras hipóteses teóricas, pois revelou que nunca conseguirá ser grande. Por isso vou dar-lhe 3 possibilidades de ajuda:

1. Do público;
2. Fazer uma chamada;
3. Chamar um dos seus colegas para o substituir.

- Público, nunca! – apressa-se a dizer o gnomo Gosma - Eu só faço destas coisas em privado. Chamadas não pode ser, pois devo estar sob escuta com tanta coisa estranha que já devo ter feito. Venha de lá um colega... pode ser o gnomo Bola-Rebola". Ele sabe pouco, mas em compensação arrasa tudo como se fosse um cilindro das obras...

 

- Caro gnomo Bola-Rebola - avança o apresentador -, vamos então tentar chegar ao tão desejado prémio. Podemos começar?

- Posso só acabar de comer esta baba-de-camelo? – Perguntou o concorrente.

- Estamos em directo, mas já o vi fazer bem pior. - diz o apresentador - Vamos, coma lá isso, mas desta vez limpe bem a boca antes de começar a falar e peça aí ao seu colega do fundo um pouco de pó para retocar a maquilhagem para ficar bem nas imagens... Vamos então recomeçar. Ouviu o seu primeiro colega?

- Ouvi sim - disse o novo concorrente -, e quero já dizer que ele afirmou algumas coisas que ofenderam a memória do meu vizinho do lado, que já morreu, e que era um homem como nunca tinha visto...

- Mas o seu colega não falou do seu vizinho... – retorquiu o apresentador.

- Não?!? - disse o gnomo Bola-Rebola - Mas, se não ganhou, ofendeu-o na mesma, pois o meu vizinho não merecia… Enfim, você já me está a enervar. Ofendeu a memória do meu vizinho e acabou! Veja lá se quer que eu para a semana lance o boato que você me cuspiu enquanto eu comia a baba-de-camelo? Avance com isto que eu, de certeza, tenho a resposta aqui nos meus papéis...

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- Bem - diz o apresentador -, então vamos lá... A pergunta é: o que faria se os seus vizinhos lhe quisessem, de acordo com a Lei, interditar o acesso a casa, pois insiste em utilizar os elevadores que não estão legalizados para levar pessoas com o seu peso?

- Olha, olha - disse o gnomo Bola-Rebola -, essa é fácil... Promovo um jantar com os meus amigos da assembleia do café do bairro, e pressiono o instituto da juventude lá da rua a mudar a Lei. Quer ver, vou mostrar-lhe como funciona. Mando agora um e-mail a dizer: “Olá! Vamos todos catequizar o elevador do meu prédio. Juntos iremos subir cada vez mais alto e nunca me esquecerei de quem me fizer chegar primeiro à porta de minha casa”. Agora esperamos um segundo... e pronto, eis a resposta: "Doutor, considere o assunto resolvido. Você manda, nós executamos. A Lei está mudada só para lhe servir a si!". Viu? Mas espere, que vai ver mais. O meu telemóvel ainda vai tocar... Cá está: “Alô? Quem fala? É o senhor do condomínio? Ah... quer dizer que já não estou interditado para entrar em casa mesmo que use o elevador. Mesmo que o avarie sempre, entro fazendo todos pagar o arranjo? Top! E? Desculpe, não ouvi… Repita que vou pôr em alta voz”. Do outro lado linha, o homem do condomínio repete, submisso: "Doutor, tudo, mas tudo, o que precisar é só dizer. Nós mudamos tudo para que o doutor continue a ser o maior. E o resto dos inquilinos que se lixem! O doutor é o maior! Nunca se esqueça disso". Viu? - diz, impante, o gnomo Bola-Rebola - Bastou um e-mail com o meu companheiro da Liga dos Come Tudo, o gnomo Chorão Corporate em CC, e conseguimos tudo. E-mail para aqui, SMS para ali... isto é tudo nosso!

- Não me parece um procedimento muito correcto - diz o apresentador -, e, por isso, não posso considerar ainda ganho o programa. Confesso que a sua resposta e tudo o que me mostrou é mais confuso do que a p* da gala... Assim, vou dar-lhe as mesmas oportunidades de ajuda que dei ao seu primeiro colega:

1. Do público;
2. Fazer uma chamada;
3. Chamar um dos seus colegas para o substituir.

- Ser substituído? – diz, indignado, o gnomo Bola-Rebola - Nunca! Prometo que, se me mantiverem, no próximo programa vou fazer umas revelações sobre o primo da tia do avô da amiga do chefe do meu afilhado, que vão deixar todos de boca aberta. Eu não quero nenhuma dessas opções. Preferia fazer um e-mail, posso?

- Não! - diz o apresentador - E-mails não estão nas ajudas.

- Isso é que é pena - diz o gnomo Bola-Rebola -, pois se os e-mails estivessem nas ajudas e não nos servidores de Carnide não tínhamos sido catados...

- Desculpe? - pergunta o apresentador – Catados?

- Nada! - diz o gnomo Bola-Rebola - Estou aqui a pensar alto. Você até me deu uma boa ideia. Mas agora vou fazer um telefonema e, o seu chefe, já lhe vai ligar a dizer se muda as regras ou não para eu fazer como quero. Se quero que se possa mandar um e-mail, vai ver que vou poder.

Neste momento, o gnomo Bola-Rebola é interrompido pelo gnomo Rastejante...

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