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Por um Sporting fiel aos seus pergaminhos

Os desabafos de fiéis Leões

Por um Sporting fiel aos seus pergaminhos

Os desabafos de fiéis Leões

Apesar de tudo, foram 4 anos em que aprendi muito

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Aprendi que não somos um clube diferente. Como qualquer clube de massas, estamos sujeitos a que nos aconteça de tudo um pouco. 

 

Aprendi isso sim, a valorizar ainda muito mais as origens do clube e o lema "esforço, dedicação, devoção e glória", e o quanto nos fazem falta.

 

Aprendi a ser ainda mais sportinguista. Apesar de renegar o presente, mantenho viva a esperança de um clube ganhador, moderno e civilizado, à imagem daquilo que os fundadores preconizaram.

 

Aprendi e constatei que antes "perdedor mas de cabeça erguida", que "perdedor, fanfarrão e malcriado".

 

Aprendi que nem todos nós somos "bons", como nem todos os adeptos do nosso rival são "maus", e que se calhar o "lampionismo" e o "neo-lampioguismo" devem ser tratados de igual modo.

 

Aprendi que a cultura-de-exigência passa por exigir verdade e coerência no discurso.

 

Aprendi que apesar de gostarmos de futebol e de sermos adeptos de um clube, há coisas muito, mas mesmo muito mais prioritárias na nossa vida.

 

Aprendi que não são as derrotas que me envergonham, mas a mentalidade perdedora, o estilo e a liderança.

 

Aprendi que o fanatismo e o extremismo nunca são o caminho, e que a paixão e a racionalidade podem coabitar. Basta que o amor ao clube se sobreponha.

 

Aprendi que um lambe-botas, será sempre um lambe-botas...

 

Aprendi que até pessoas de cultura podem ser levadas pela "onda".

 

Aprendi que "idolatria" é muito diferente de "sentir respeito".

 

Aprendi, pelos livros, as consequências dessa mesma "idolatria".

 

Aprendi que mais valerá bater no fundo de uma vez, que viver uma indignidade toda a vida.

 

Enfim, tanta coisa que aprendi e continuo a aprender... E aprendo ao ler, ao debater, ao vivenciar, ao constatar, ao ouvir o próximo, etc etc. Pois só quem "idolatra" é que não quer sequer ouvir mais nada.

 

Como tal, também aprendi que é preciso saber tirar o lado positivo de cada circunstância. Pois acredito que quando o poço não tiver mais "fundo", iremos nos saber unir novamente em torno de um símbolo, e não em torno de uma pessoa e das suas próprias características pessoais. Será uma lição que levaremos para sempre.

 

E também aprendi, que uma "coisa destas" terá que ter consequências... para que de uma vez por todas o clube fique blindado contra este género de fenómenos.

 

O tempo é mestre. Ele ensina, disciplina e fortalece.

A minha esperança reside ai.

 

 

 

 

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